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Carreira

#14 – Os Bastidores de um Hunting de TI | Entrevistada: Simone Martins

Adriano Martins Antonio 2 de abril de 2021 906 127 5


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Psicóloga há mais de 20 anos, pós-graduada em Psicossomática, Head em Carreiras e responsável pela área de recursos humanos da PMG Academy, Simone Martins esclarece em entrevista para o The Walking Tech diversos fatos e curiosidades que todo candidato gostaria de saber.

Na busca por uma oportunidade de emprego, o candidato deve manter a coerência em todos os ângulos, desde o seu currículo até a entrevista consumada. Assim sendo, manter o bom senso é imprescindível para obter sucesso e conseguir a vaga desejada.

E para que o processo flua de modo adequado, na qual o recrutador passe a ter um olhar diferente sobre o candidato, a dica é ser transparente.

Pois, segundo Martins, às vezes o candidato acha que por estar falando com ela (o RH), este não vai saber falar um pouco sobre o que está sendo solicitado para o desenvolvimento.

“Porque aí tem algumas coisas que eu já consigo checar, eu já consigo triar. E aí eu não preciso de um teste técnico para saber se a pessoa está falando ‘abobrinha’ ou não”, completa. Portanto, sem enrolação!

Já com relação à utilização de ferramentas para localizar o candidato ideal, Martins é categórica: “A ferramenta aí é feeling!”.

E quando ainda mais questionada, ela reintegra que as ferramentas se tratam apenas de mais um aditivo, que ajudam na seleção. E sobre a aplicação de Inteligência Artificial, é um meio de você obter avaliação por outros critérios.

Assim, fica evidente que, uma entrevista presencial realmente é diferente de uma entrevista remota.

Por isso, a análise grafológica é um dos métodos que Martins gosta de utilizar.

Atualmente, ela pede para a pessoa escrever algumas linhas sobre determinado assunto e após o término, solicita uma foto.

Essa análise não é a mesma, mas ainda dá para conseguir uma boa avaliação.

Até porque, pode ser que algum candidato se sinta desconfortável, mas Martins sinaliza que é preciso ser flexível e às vezes ela desliga a própria câmera enquanto o teste é realizado.

Por outro lado, não há como evitar a exposição do candidato nas mídias sociais.

E isso levanta outra questão, como lidar com o novo padrão de altos executivos, que são pessoas com muitos títulos, especializações e uma cultura geral mais ampla. Ou seja, o tratamento depende muito do segmento em que cada um atua.

No entanto, existem personas diferentes. E áreas como tecnologia, marketing, entre outras, mudaram muito nos últimos anos.

Nesse sentido, alguns sintomas aparecem nos candidatos, como por exemplo, a arrogância.

Mas de fato, é preciso estabelecer com o candidato, independente do cargo, um vínculo sociável. “Eu não mudo o meu tom, se a pessoa é arrogante ou humilde”, afirma Martins.

Enfim, uma entrevista deve ser aconchegante, para ambos os lados. Isto é, a transparência é um requisito ímpar para o candidato que espera conseguir do recrutador o seu sonhado “sim”.

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